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Temer veta la escuela de cine latinoamericano en Cuba

Gabriel Valery.─ “A decisão do Ministério da Cultura (MinC) é tacanha, baseada em uma visão ideológica tacanha de preconceito contra Cuba. Vamos ter uma perda, sem dúvida”, afirmou o ex-secretário executivo do MinC João Brant, que trabalhou na pasta até o fim do governo Dilma Rousseff (PT), sobre a descontinuidade do convênio de 30 anos entre o governo e a Escola Internacional de Cinema e TV de San Antonio de Los Baños (EICTV), em Cuba. “É lamentável que o ministério acabe com essa política de trabalho conjunto”, acrescentou, sobre ato governo de Michel Temer (PMDB).

A EICTV é referência no ensino de audiovisual do mundo, vista como a melhor escola da área na América Latina. Fundada em 1986, teve como pioneiro e principal investidor o escritor ganhador do prêmio Nobel de literatura Gabriel García Márquez. “García Márquez e seus amigos cineastas contaram com a decisiva contribuição do Estado cubano (…) Não foi o bastante e o colombiano doou seu Nobel para a nova escola”, afirma o ex-diretor geral da EICTV Orlando Senna, em seu prefácio para a terceira edição da obra Como Contar um Conto (1997), de García Márquez. Da instituição saíram importantes nomes do cinema nacional, como Erik Rocha, vencedor do prêmio Olho de Ouro em Cannes pelo documentário Cinema Novo (2016).

Obama ya tomó la decisión de atacar Siria, afirma famoso bloguero de Estados Unidos

Anoche, 27 de agosto, se informaba que Barack Obama todavía no había tomado la decisión de asestar un golpe militar contra Damasco, sin embargo, Michael T. Snyder, abogado, escritor, activista político y famoso bloguero estadounidense, considera que hay sobradas razones para argumentar que ya Washington ha tomado la decisión de atacar a Siria.

Subraya que Damasco parece estar ganando la guerra civil y que, además, Assad sabe que para Obama usar armas químicas en Siria significaría cruzar la línea roja. Así que, según el escritor, "emplear armas químicas a unos pocos kilómetros de donde estaban alojados los inspectores de la ONU" no tenía sentido para Assad. "Assad tendría que ser muy suicida para hacer tal cosa", dice Snyder en su blog.

"Probablemente nunca se sabrá quién fue en realidad el autor del ataque. Pero incluso si ese no hubiera tenido lugar EE.UU. y sus aliados de la OTAN probablemente habrían encontrado otra justificación para, de cualquier modo, entrar en guerra contra Siria. Parecen estar totalmente obsesionados con deshacerse de Assad, pero que en realidad no han pensado en las consecuencias", insiste Snyder.